Email:  
Senha:  
   
    Esqueci a senha!
    Cadastre-se
    :: home Sexta-feira, 20 de Abril de 2018
  • Circular 303 - Abril / 2013
    Veja nesta Circular as seguintes matérias: Declaração IRPF/2013 - 2º aviso! Programa especial de parcelamento (PEP) do ICMS - 2º aviso! Programa de malha fi na para...
    [leia mais]
  • Uso do REP foi prorrogado para 1º.09.2011
    Uso do REP foi prorrogado para 1º.09.2011 e as empresas poderão utilizar controle alternativo de jornada O Ministério do Trabalho e Emprego autorizou os empregadores a adotar sistemas...
    [leia mais]
  • CIRCULAR 328 - Maio/2015
    Veja nesta Circular as seguintes matérias: Ajuda de Custo x Diária para Viagens. DEC - Consulta Semanal do DEC e Procuração Eletrônica. Certificados Digitais - Necessidade...
    [leia mais]
  • Comitê Gestor regulamenta o parcelamento previsto na Lei...
    Postado em 03/01/2017 - Fonte: SIMPLES NACIONAL Comitê Gestor regulamenta o parcelamento previsto na Lei Complementar nº 155 Os débitos apurados no Simples Nacional...
    [leia mais]
  • Empresas tem prazo para emitir Nota Fiscal Eletrônica
    Um novo grupo de empresas está obrigado a emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição da nota fiscal em papel modelo 1 ou 1A em todos os estados e no Distrito Federal....
    [leia mais]
  • DASN SIMEI - Declaração Anual para o Microempreendedor
    DASN SIMEI - Declaração Anual para o Microempreendedor Individual  Ano-Calendário de 2015  O Empresário Individual optante pelo Sistema de Recolhimento em Valores...
    [leia mais]

ANTERIORES

DESTAQUES

Livro de Controle de Produção deverá ser DIGITAL!

A partir de janeiro de 2015, os estabelecimentos industriais e os atacadistas deverão informar seus estoques e produção por meio de arquivos digital ao Sped Fiscal.

 Com isso, os relatórios antes impressos, com informações contidas nos livros Modelo 7 (Inventário) e Modelo 3 (Controle de Estoque e Produção), bem como a posição dos estoques contábeis, que até então eram tradicionais, deverão ser transformados em arquivos digitais, baseados no Layout do SPED FISCAL, já publicado pelo Governo.

Estes arquivos digitais são compostos por blocos, e um deles é o chamado Bloco K, que contempla o controle de todas as movimentações de estoque, incluindo perdas de processo, quebras por transporte, movimentações para terceiros e de terceiros, ajustes de inventario, compras, vendas e outras saídas de qualquer natureza.

 Trata-se da digitalização do Livro de Controle de Produção e Estoques, hoje atualizado manualmente com dados das fichas técnicas dos produtos e das perdas ocorridas no processo produtivo, entre outras informações.

Muitas empresas já fazem uso há anos de sistemas informatizados ERP’s para a geração e gestão dos Estoques. Mas o que temos que observar é que com a eliminação do livro em papel, a expectativa é que a emissão de notas fiscais com informações incorretas seja reduzida, assim como notas fiscais subfaturadas, notas fiscais "frias" ou espelhadas, notas calçadas e as meia-notas, além de manipulação dos estoques.

Na prática, o Fisco também passa a ter acesso ao processo produtivo e à movimentação completa de cada item de estoque, o que possibilitará o cruzamento quantitativo dos saldos apurados eletronicamente pelo Sped com os informados pelas indústrias. Na prática o que o fisco quer em um primeiro momento não é a “fórmula exata de um xarope de refrigerantes que seja importado e utilizado no produto”, mas, apenas, a quantidade necessária deste xarope, como comentou o conselheiro do CFC Osvaldo Rodrigues da Cruz. Segundo ele, com a limitação das informações do Bloco K no papel, as empresas precisarão ter maior controle em relação aos registros eletrônicos de produção e estoque. A orientação, portanto, é readequar e requalificar os departamentos responsáveis com o objetivo de melhorar o processamento das informações e não deixar para última hora.

Segundo o Conselheiro do CRC, “essa exigência será amenizada desde que as empresas disponham das informações de produção e de seu processo produtivo. Isso requer organização. Assim, a empresa ameniza os riscos de falhas e inconsistências nas informações a serem prestadas. Pela nossa experiência até o Fisco sentia-se pouco à vontade no exame do referido livro", afirma o conselheiro.

 As indústrias serão as primeiras obrigadas ao fornecimento destas informações em meio de arquivos digitais, iniciando por empresas optantes do Lucro Real, seguida das médias e pequenas empresas.

Fonte: Esta matéria é baseada em uma publicação do Conselho Federal de Contabilidade, comentada por José Dimas Rodrigues Santos – ASCON – SJC-SP.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

© 1989 - 2018 ASCON - Assessoria Contábil • Todos os direitos reservados • Política de Privacidade • Desenvolvido por: Gilvan TFS / Eric Costa