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Brasil perde posições em ranking de competitividade

Relatório do Fórum Econômico Mundial revela queda de duas posições e posiciona País no estágio 2 de desenvolvimento

 

Apesar de todo o ambiente macroeconômico teoricamente favorável aos negócios e depois de o País ter sido destaque no mundo ao passar "bem" pela crise financeira global, o Brasil caiu da 56ª para 58ª posição no ranking global de competitividade 2010/11 divulgado pelo Fórum Econômico Mundial. Com nota de 4,28, o País está atrás de Costa Rica, África do Sul e Índia. A lista é liderada, nesta ordem, por Suíça, Suécia e Cingapura. Os Estados Unidos perderam duas posições e estão em quarto. A Alemanha, por outro lado, ganhou duas e completa as cinco primeiras posições.

De acordo com o relatório, o Brasil registrou avanços macroeconômicos e possui boa avaliação do setor financeiro. Em contrapartida, necessita urgentemente de melhorias em infraestrutura, saúde e educação básica. A escala de mercado tem uma das melhores notas, assim como sofisticação dos negócios. Outra questão bem avaliada foi o momento do ensino superior.

O documento "The global Competitiveness Report 2010-2011" aponta diversos problemas para ser fazer negócios no Brasil. Em ordem de importância, esses são os principais: regulamentação tributária, impostos elevados, infraestrutura inadequada, regulação trabalhista restritiva, burocracia e corrupção.

Dentro do estudo, o Brasil integra a lista de países que estão no segundo estágio de desenvolvimento, ao lado de nações como Bulgária, Argentina, México, Rússia, Turquia e África do Sul. O Chile, por exemplo, já está no grupo de transição de estágio dois para três, junto com Uruguai, Porto Rico, Taiwan e Croácia. No terceiro estágio, estão nações mais ricas e desenvolvidas e outros países bem competitivos e com infraestrutura e instituições avançadas, dentro da avaliação do Fórum, como Nova Zelândia, Cingapura, Coréia do Sul, Grécia e Emirados Árabes Unidos.

 

Fonte: www.financialweb.com.br

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